BERLENGAS

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As Berlengas são um pequeno arquipélago situado cerca de 10 km de Peniche, 20 minutos de barco.

As praias de Berlengas, em estado quase natural, são de difícil acesso com pequeno ou inexistente areal.

O arquipélago é reserva natural da Biofera da UNESCO desde 2011.

As aves marinhas são muito predominantes nesta ilha.

Pode-se passear pelas trilhas ou de barcos, que te levam pelas grutas, e ao Forte de São João Batista. Construído no reinado de D. João IV, servia para proteção de invasões espanholas, francesas e de piratas. Dentro do Forte existem um Hostel e um pequeno restaurante.

O Farol do Duque de Bragança construído em 1840, alimentado de início por combustíveis líquidos (primeiro azeite e depois petróleo), foi eletrificado em 1926. A partir de 2001 funciona com energia solar e ainda mantém presença de faroleiros.

No pequeno Povoado dos Pescadores existe um restaurante, e mais acima um pequeno parque de camping.

 

PORTO COVO

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Porto Covo é uma pequena e simpática vila na Costa Vicentina.

Nos restaurantes e “tasquinhas” podemos provar peixes como o sargo e o carapau. Há também muitas lojinhas de artesanato. No final do centrinho de Porto Covo está a Praia Pequena, um minúsculo areal encravado na falésia, onde pode-se admirar um fantástico pôr do sol.

Praia do Espingardeiro e Praia dos Buizinhos são pequenas praias na costa, recortadas por rochedos criando espaços ambientes quase selvagens. A temperatura da água atlântica pouca baixa 15 graus C, considerado paraíso em tempo de férias.

A Praia Grande está situada a 160 km de Lisboa e é uma das mais procuradas por locais e turistas, considerada por alguns/muitos como a praia urbana dos turistas de Lisboa

LISBOA – Graça

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Na mais alta colina da cidade de Lisboa, junto ao Castelo de São Jorge, está situado o Bairro da Graça .

Este bairro histórico foi construído sem planejamento urbanístico, com uma malha urbana bem variada – com vilas operárias, largos, miradouros, residências para turistas e residentes – nota-se uma população muito diversificada.

Os seus dois Miradouros tem vista de tirar o fôlego sobre a cidade: o Mirador da Graça, que tem um quiosque e uma esplanada para apreciar o pôr do sol ao final do dia, e o Mirador Nossa Senhora do Monte que está mais elevado. Neles podemos observar o Castelo, suas encostas, a Ponte 25 de Abril sobre o Rio Tejo e ao longe até se avista a Basílica da Estrela que fica em outra colina muito mais distante.

AÇORES – SÃO MIGUEL

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Fotos: Luciana Pinto

AÇORES – SÃO MIGUEL

Os Açores são uma terra única. Com chuva diária e um solo rico de origem vulcânica, é uma terra no meio do oceano Atlântico com pastos verdes o ano inteiro, e uma beleza incomparável.

A acrescentar um encanto especial às ilhas, estão algumas flores, como as Hortências, as Camélias ou as Azáleias, usadas como divisões naturais de propriedades, como quebra-ventos ou simplesmente fazem bordas nas estradas.

É precisamente neste arquipélago, famoso pelas boas pastagens e vacas criadas ao ar livre, que nasceu o “Programa Leite de Vacas Felizes”. Em São Miguel atinge-se quase a média de uma cabeça de gado por pessoa, sendo a agropecuária uma das principais fontes de rendimento da região.

As duas únicas plantações de chá com fins industriais da Europa ficam na ilha e, com uma produção anual de cerca de 50 toneladas, são hoje também um produto turístico.

A cultura do ananás (abacaxi), originário das Américas, foi introduzida na ilha de São Miguel no século XIX, concentrando-se a maior parte da produção nos arredores da cidade de Ponta Delgada. As plantas são cultivadas em estufas de vidro caiado de branco e alguns produtores permitem a visita gratuita aos locais.

O cozido da Lagoa das Furnas é um dos pratos mais emblemáticos da ilha. Os vários ingredientes são colocados numa panela, que é enterrada no solo junto às caldeiras, levando cerca de cinco horas para serem cozidos pelo calor natural emanado da atividade vulcânica. Provar o cozido das Furnas, no próprio local, é uma experiência indispensável a quem visita a ilha.

Os inúmeros miradouros oferecem uma vista magnífica sobre um oceano povoado por cachalotes, baleias, golfinhos, tubarões… Pode-se nadar nas suas piscinas naturais, remanescentes da atividade vulcânica. Também nestes miradouros podemos vislumbrar as várias lagoas da Ilha de São Miguel, todas elas localizadas em crateras de vulcões adormecidos.

TRAFARIA

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TRAFARIA

 

Nos dias de hoje a Trafaria é uma vila privilegiada com bons restaurantes, sendo o prato típico  a caldeirada de marisco, e ainda é oferecida uma bela vista para Lisboa. Chega-se de balsa ou de carro atravessando a Ponte 25 de Abril.

Sua história pode ter origem , ainda, num período anterior a ocupação árabe no território português, sendo desde então um povoado ligado a atividade da pesca.

No século XVI foi erguido um lazareto destinado às quarentenas.

Após o grande terremoto de 1775, havia na Trafaria muitos desertores do exército e também pessoas fugidas da lei, e nesta altura, Marquês de Pombal deu ordem para 300 soldados procederem um cerco e um ataque à Trafaria, pegando fogo nas habitações, prendendo todos os que fugiam com vida e obrigando todos os homens a incorporarem ao exército. Este acontecimento perdura até hoje na memória popular.

Já no século XIX, instalam-se na Trafaria diversas indústrias, como de conservas de peixe e uma fábrica de dinamites trazendo mais população e melhoria nas condições de vida. Já no final do século a Trafaria torna-se um local balnear da burguesia Lisboeta.

 

 

ALDEIA DA MATA PEQUENA

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OLYMPUS DIGITAL CAMERAFOTOS: Luciana Pinto

A Aldeia da Mata Pequena é um pequeno povoado rural, composto por uma dezena de habitações, situado a 30 minutos de Lisboa. A cidade histórica de Sintra fica a 20 minutos e Mafra com seu Palácio Nacional está a 15 minutos de carro.

A presença humana na Mata Pequena remonta ao período da ocupação romana, como atestam os vestígios aí encontrados. Contudo, dos 70 habitantes que viviam na aldeia no século XIX, só restam uma dezena e meia que teimam em manter vivos os usos e costumes do passado.

Trata-se de um lugar enquadrado na denominada Zona de Proteção Especial do Penedo do Lexim onde se ergue um vulcão já extinto que acolhe uma importante estação arqueológica.

A Aldeia destina-se ao turismo rural. Possui casas simples, rústicas, pequenas e muito acolhedoras que foram rigorosamente recuperadas do que restava de paredes e ruínas. Os materiais utilizados são os originais: alvenaria de pedra, argamassas de cal, madeiramentos de choupo, cedro e casquinha, telha de canudo, pavimentos em lajedo de pedra, tijolos cozidos em fornos a lenha, caiação de paredes… proporcionando perfeita harmonia entre natureza e arquitetura.