LISBOA – Graça

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Na mais alta colina da cidade de Lisboa, junto ao Castelo de São Jorge, está situado o Bairro da Graça .

Este bairro histórico foi construído sem planejamento urbanístico, com uma malha urbana bem variada – com vilas operárias, largos, miradouros, residências para turistas e residentes – nota-se uma população muito diversificada.

Os seus dois Miradouros tem vista de tirar o fôlego sobre a cidade: o Mirador da Graça, que tem um quiosque e uma esplanada para apreciar o pôr do sol ao final do dia, e o Mirador Nossa Senhora do Monte que está mais elevado. Neles podemos observar o Castelo, suas encostas, a Ponte 25 de Abril sobre o Rio Tejo e ao longe até se avista a Basílica da Estrela que fica em outra colina muito mais distante.

AÇORES – SÃO MIGUEL

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Fotos: Luciana Pinto

AÇORES – SÃO MIGUEL

Os Açores são uma terra única. Com chuva diária e um solo rico de origem vulcânica, é uma terra no meio do oceano Atlântico com pastos verdes o ano inteiro, e uma beleza incomparável.

A acrescentar um encanto especial às ilhas, estão algumas flores, como as Hortências, as Camélias ou as Azáleias, usadas como divisões naturais de propriedades, como quebra-ventos ou simplesmente fazem bordas nas estradas.

É precisamente neste arquipélago, famoso pelas boas pastagens e vacas criadas ao ar livre, que nasceu o “Programa Leite de Vacas Felizes”. Em São Miguel atinge-se quase a média de uma cabeça de gado por pessoa, sendo a agropecuária uma das principais fontes de rendimento da região.

As duas únicas plantações de chá com fins industriais da Europa ficam na ilha e, com uma produção anual de cerca de 50 toneladas, são hoje também um produto turístico.

A cultura do ananás (abacaxi), originário das Américas, foi introduzida na ilha de São Miguel no século XIX, concentrando-se a maior parte da produção nos arredores da cidade de Ponta Delgada. As plantas são cultivadas em estufas de vidro caiado de branco e alguns produtores permitem a visita gratuita aos locais.

O cozido da Lagoa das Furnas é um dos pratos mais emblemáticos da ilha. Os vários ingredientes são colocados numa panela, que é enterrada no solo junto às caldeiras, levando cerca de cinco horas para serem cozidos pelo calor natural emanado da atividade vulcânica. Provar o cozido das Furnas, no próprio local, é uma experiência indispensável a quem visita a ilha.

Os inúmeros miradouros oferecem uma vista magnífica sobre um oceano povoado por cachalotes, baleias, golfinhos, tubarões… Pode-se nadar nas suas piscinas naturais, remanescentes da atividade vulcânica. Também nestes miradouros podemos vislumbrar as várias lagoas da Ilha de São Miguel, todas elas localizadas em crateras de vulcões adormecidos.

TRAFARIA

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TRAFARIA

 

Nos dias de hoje a Trafaria é uma vila privilegiada com bons restaurantes, sendo o prato típico  a caldeirada de marisco, e ainda é oferecida uma bela vista para Lisboa. Chega-se de balsa ou de carro atravessando a Ponte 25 de Abril.

Sua história pode ter origem , ainda, num período anterior a ocupação árabe no território português, sendo desde então um povoado ligado a atividade da pesca.

No século XVI foi erguido um lazareto destinado às quarentenas.

Após o grande terremoto de 1775, havia na Trafaria muitos desertores do exército e também pessoas fugidas da lei, e nesta altura, Marquês de Pombal deu ordem para 300 soldados procederem um cerco e um ataque à Trafaria, pegando fogo nas habitações, prendendo todos os que fugiam com vida e obrigando todos os homens a incorporarem ao exército. Este acontecimento perdura até hoje na memória popular.

Já no século XIX, instalam-se na Trafaria diversas indústrias, como de conservas de peixe e uma fábrica de dinamites trazendo mais população e melhoria nas condições de vida. Já no final do século a Trafaria torna-se um local balnear da burguesia Lisboeta.

 

 

ALDEIA DA MATA PEQUENA

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OLYMPUS DIGITAL CAMERAFOTOS: Luciana Pinto

A Aldeia da Mata Pequena é um pequeno povoado rural, composto por uma dezena de habitações, situado a 30 minutos de Lisboa. A cidade histórica de Sintra fica a 20 minutos e Mafra com seu Palácio Nacional está a 15 minutos de carro.

A presença humana na Mata Pequena remonta ao período da ocupação romana, como atestam os vestígios aí encontrados. Contudo, dos 70 habitantes que viviam na aldeia no século XIX, só restam uma dezena e meia que teimam em manter vivos os usos e costumes do passado.

Trata-se de um lugar enquadrado na denominada Zona de Proteção Especial do Penedo do Lexim onde se ergue um vulcão já extinto que acolhe uma importante estação arqueológica.

A Aldeia destina-se ao turismo rural. Possui casas simples, rústicas, pequenas e muito acolhedoras que foram rigorosamente recuperadas do que restava de paredes e ruínas. Os materiais utilizados são os originais: alvenaria de pedra, argamassas de cal, madeiramentos de choupo, cedro e casquinha, telha de canudo, pavimentos em lajedo de pedra, tijolos cozidos em fornos a lenha, caiação de paredes… proporcionando perfeita harmonia entre natureza e arquitetura.

 

COMPORTA

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Fotos: Luciana Pinto
Localizada  a 120 km de Lisboa, a Comporta encontra-se nos limites da Reserva Natural do Estuário do Sado. Esta região possui uma longa extensão de praia selvagem, dunas, mar azul transparente e imensos  campos de arroz. Há também grande variedade de aves, sendo as cegonhas com seus ninhos, um símbolo desta região.

Comporta, Carrasqueira, Brejos da Carregueira e Carvalhal são todos lugares únicos, onde cada aldeia tem sua própria identidade, mas todos partilham da experiência de vida no mar e nos campos de arroz.

A Comporta é uma vila situada nas portas que se abrem para os campos de arroz, oferecendo ao longo do ano, dependendo da estação, um colorido único, através das inundações dos campos que ocorre na primavera, depois o crescimento da erva no verão, o dourado do outono, até a queima dos campos no inverno.

A Carrasqueira está dedicada no verão ao Rio Sado , e no inverno ao cultivo nos campos.  Esta vila tem um antigo porto palafítico escavado nas lamas do estuário que abriga milhares de espécie de aves. Os habitantes são essencialmente pescadores e produtores de batata doce.

Os Brejos da Carrasqueira tornou-se uma pequena área residencial de casas restauradas super charmosas. Possui uma península de areia branca, pinheiros e flores coloridas que entram pelos campos de arroz e quase tocam as dunas de areia da praia.

O Carvalhal é uma pequena vila situada entre os extensos campos de arroz e alguns vinhedos. Nesta zona encontra-se acesso a duas praias: Carvalhal e Pego, com deliciosos restaurantes com sua gastronomia local, oferecendo uma boa variedade de peixes, mariscos e claro, o arroz.

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QUINTA DA FONTEIRINHA – BELAS

 

 

 

 

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A Quinta da Fonteirinha está situada na Vila de Belas, no concelho de Sintra. Fica entre serras de alto e baixo relevo e entrecortada por vales fertilizados. É uma região muito agradável para se proteger do calor intenso do verão.

Com a flora e fauna protegida, encontramos caminhos muito agradáveis para realizar caminhadas ou andar de bike. No Bosque dos Carvalhos existem várias nascentes de água, sendo também um local muito escolhido para acampamento de escoteiros.

Belas é referência na riqueza gastronômica de Sintra, pois é ali que são confeccionados os pequenos pães de ló, na famosa Fábrica dos Fofos de Belas. Não só a receita se manteve inalterada ao longo dos anos, como o próprio forno a lenha.

 

PALÁCIO DE SÃO BENTO – RUA DE SÃO BENTO

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Elétricos São Bento

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O Palácio de São Bento foi construído em finais do século XVI como Mosteiro Beneditino (Mosteiro de São Bento da Sáude). Com extinção das ordens religiosas, passou a ser propriedade do Estado, e desde 1834 é o Parlamento de Portugal.

Ao longo dos séculos XIX e XX o Palácio sofreu várias reformas, interiores e exteriores. O interior é igualmente grandioso, repleto de alas e de obras de arte de diferentes épocas da história de Portugal. Há também uma biblioteca. Nos dias de hoje chama-se Assembléia da República.

Seguindo o Palácio, em direção ao Largo do Rato, está a Rua de São Bento, bastante conhecida pelos seus Antiquários , um bom comércio de bairro e também excelentes restaurantes.

ELVAS

 

 

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Os Visigodos e os Celtas terão sido os primeiros povoadores desta autêntica cidade-fortaleza, que hoje se estende para além de suas muralhas em forma de estrela. Os Romanos deram-lhe o nome “Helvas”, os Árabes conquistaram-na, e foram deixadas tantas marcas da sua presença que algumas perduram até aos nossos dias.

Elvas fica apenas duas horas de Lisboa e vinte minutos da fronteiriça cidade espanhola de Badajoz, situada num ponto estratégico, onde sua história está marcada pela guerra e pelos assédios castelhanos, sendo assim conhecida como uma das maiores cidades quartel de guerra em todo o mundo.

Cidade classificada Patrimônio Mundial da Humanidade da UNESCO, Elvas é conhecida como a capital do turismo do Alto Alentejo, muito quente no verão e bastante frio no inverno.

Além das marcantes características militares, Elvas possui um grande núcleo histórico, onde arquitetura religiosa e civil se misturam, e o visitante vai ter o prazer de encontrar a cada esquina, um estilo arquitetônico diferente: desde Romano e do Gótico ao Rococó, passando pelo Manuelino e pelo esplendor do Barroco.

Não deixe de visitar monumentos como a Sé de Elvas, Torre Fernandina, o Fundo Antigo da Biblioteca, Cemitério dos Ingleses, Pelourinho, Arco do Miradouro, Igreja das Dominicanas, Igreja de Alcaçova, Igreja dos Terceiros, Convento de Santa Clara, Convento São Domingos e os diversos núcleos museológicos de grande interesse como o Museu Municipal de Fotografia João Carpinteiro, o Museu Militar, o de Arte Contemporânea entre outros.

A gastronomia alentejana está bem representada na ampla oferta de restaurantes onde se pode provar as famosas ameixas e azeitonas de Elvas, o Sericaia, doces conventuais seculares desta região. Não deixe de experimentar o afamado Bacalhau Dourado, um dos pratos mais famosos de Elvas e que mereceu honras de inscrição no livro Guiness por ter confeccionado o maior bacalhau dourado do mundo!

 

 

Hotel Museu Convento de São Paulo

 

 

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Igreja convento

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Escondido em plena Serra d`Ossa, no mais profundo Alentejo, entre Estremoz e Redondo, está o hotel museu Convento de São Paulo, um lugar secular de repouso que foi erguido pelos monges da ordem de São Paulo Eremita, que viram nesta serra um espaço perfeito pra suas orações e afastamento da sociedade. As antigas celas foram transformadas em quartos, o antigo refeitório é a sala de café da manhã, no restaurante vc desfruta de especialidades como sopa de cação, poejada de bacalhau, borreguinhos em azeite e um bom vinho que pertence a vasta garrafeira.

Este antigo convento palaciano conserva uma impressionante coleção particular de azujelaria portuguesa setecentista, são mais de 54.000 azulejos, e outras preciosidades como a fonte florentina que justifica a sua classificação de interesse público e monumento nacional.

Este convento acolheu, durante séculos, figuras célebres como D. Sebastião, D. João IV e D. Catarina de Bragança.

É um lugar mágico onde pode-se passear através dos olivais e do laranjal, aromas e sons da natureza são sentidos ao longo de um passeio super agradável e para quem gosta ainda tem um lindo curral de ovelhas típico do Alentejo.